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quarta-feira, 12 de maio de 2010

A Pesca Desde a Pré-História

A relação do homem com os peixes, é tão antiga quanto a história. Sem ainda ter desenvolvido as formas de tradicionais de cultivo da terra e criação de animais, as sociedades primitivas praticamente dependiam da pesca como fonte de alimentos.

Restos de cerâmicas usados no preparo da comida, cascas de ostras e mexilhões encontrados na Escandinávia confirmam que, antes mesmo da captura dos pescados com equipamento apropriado, o homem primitivo era um coletor de moluscos.

O anzol - como instrumento para captura de peixes - só viria a ser criado algumas centenas de anos depois, bem como as primeiras redes de pesca com o desenvolvimento da tecelagem primitiva, já no fim da Pré-História.

Apesar de desde os primórdios o homem já se alimentar fundamentalmente de carne de peixes, ele iria se lançar ao mar em busca de boas pescarias apenas no Império Romano. Até então, pescar era uma atividade restrita aos lagos e realizada pelos escravos.

Porém, com o aparecimento do cristianismo, os peixes passaram a ser vistos como refeição nobre. O consumo cresceu consideravelmente e a pesca marítima se estabeleceu. Além disso, houve também progressos no modo de conservação da carne de peixe. Se na Grécia Antiga e Egito os antigos mantinham o peixe apenas em sal, os romanos, foram quem introduziram a conserva de peixe em azeite.

Na Idade Média, o peixe se transforma em ouro. Usado como moeda de troca entre os senhores feudais e camponeses, era comum que o pagamento da renda da terra fosse feito em peixe ou óleo de peixe. Outro impulso significativo à atividade se deu no final do século 4, por incentivo dos monges que começaram a fabricar redes apropriadas para a pesca marítima.

Os registros históricos do século 7 mostram que nessa época a pesca já tinha se tornado uma atividade popular e o consumo de peixes estava consolidado entre os europeus.

Fosse no Mediterrâneo, no Mar Báltico ou no Mar do Norte; fossem os pescadores escandinavos, ingleses, vikings ou lordes, quanto mais se pescava mais sofisticados se tornavam os equipamentos de pesca. Também o gosto do europeu ia se sofisticando: enquanto as populações rurais consumiam arenque, atum salgado e carne de baleia; a aristocracia se regalava com salmão, lagosta e pescados mais finos.

No Brasil, a geografia generosa de grandes rios e afluentes sempre favoreceu a atividade, de modo que mesmo antes do descobrimento a pesca já havia se estabelecido entre os indígenas. Quando os portugueses aqui atracaram, encontraram tribos nativas com seus métodos próprios para a construção de canoas e utensílios para a captura de peixes.

Mais tarde, com a colonização, a chegada de diferentes povos no território nacional e a miscigenação, verificou-se um desenvolvimento ainda mais significativo na pesca. Além do sonho de construir um pedaço da Europa no Brasil, essa gente trouxe seu conhecimento, suas receitas e temperos, estimulando a efetiva introdução do peixe na culinária brasileira.

Registra-se também a influência da pesca no aspecto socioeconômico do país, visto que várias cidades litorâneas se formaram a partir de núcleo de pescadores, no decorrer dos distintos ciclos de nossa história (plantações de cana-de-açúcar e café, bandeiras de mineração e extrativismo). Tradição esta que persiste até hoje na Amazônia, onde a localização das comunidades não corresponde a rua, ou bairro, mas sim aos afluentes dos rios.

Como se vê, não é engano dizer que a pesca habita a alma da nossa gente. Pode até ser que ao turista mais desavisado fique a impressão que para a boa pescaria o destino provável seja apenas o Pantanal ou a Amazônia. Mas seria um engano. Sejam as frias águas capixabas, os riachos paulistas do interior ou os ribeirões mineiros, aqui neste Brasil nunca ter caboclo, índio ou ribeirinho que ficasse sem peixe bom para pescar.

Pesca !!!


Pescadores de Bangladesh

Pesca é a extração de organismos aquáticos, do meio onde se desenvolveram para diversos fins, tais como a alimentação, a recreação (pesca recreativa ou pesca desportiva), a ornamentação (captura de espécies ornamentais), ou para finsindustriais, incluindo o fabrico de rações para o alimento de animais em criação e a produção de substâncias com interesse para a saúde - como o "famoso" óleo de fígado de peixe (especialmente o óleo de fígado de bacalhau).

Esta definição engloba o conceito de aquacultura em que as espécies capturadas são primeiro criadas em instalações apropriadas, como tanques, gaiolas ou viveiros.

As principais espécies exploradas pelas pescas no mundo pertencem aos grupos dos peixes, dos crustáceos e dos moluscos. No entanto, são também cultivados e capturados pelo homem várias espécies de crocodilos, batráquios (principalmenterãs), mamíferos marinhos (principalmente baleias) e algas.

De acordo com "O Estado das Pescarias e da Aquacultura no Mundo", uma publicação da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação), a produção de pescado no mundo em2002 foi superior a 94 milhões de toneladas pela actividade extractiva e mais 50 milhões pela aquacultura. Estima-se que o pescado supra actualmente cerca de 16% da proteína consumida pelo Homem. As pescas são igualmente um enorme fornecedor de emprego, contribuindo enormemente para a economia mundial.

Pesca e pescarias !!!


Embora sejam muitas vezes usadas como sinónimos, para os cientistas e administradores pesqueiros estas duas palavras têm diferentes significados. Enquanto que a pesca é o próprio acto de capturar animais aquáticos ou de os criar, uma pescaria é o conjunto do ecossistema e de todos os meios que nele actuam – barcos e artes de pesca – para capturar uma espécie ou um grupo de espécies afins. Por exemplo, a pescaria de arenque do Mar do Norte, a pescaria de anchoveta do Peru e do Chile, a pescaria recreativa de achigã (black bass) no lago Ontário. No entanto, referimo-nos às pescarias de camarão de Madagáscarporque incluem uma componente industrial e outra artesanal ou as pescarias de atum porque têm diferentes espécies-alvo e são capturadas em diferentes oceanos.

As Pescas na história !!!


Antiga pesca egípcia

Desde que há memória que a pesca sempre fez parte das culturas humanas, não só como fonte de alimento, mas também como modo de vida, fornecendo identidade a inúmeras comunidades, e como objecto artístico. A Bíblia tem várias referências à pesca e o peixe tornou-se um símbolo dos cristãos desde os primeiros tempos.

Uma das actividades com uma história mais longa é o comércio de bacalhau seco entre o norte e o sul da Europa, que começou no tempo dos vikings há mais de 1000 anos.

Segundo os pescadores a Lua exerce influência na pesca, assim podemos classificar as fases da Lua da seguinte forma: lua cheia – ótima para pesca; lua minguante – boa para pesca; lua nova – ótima para pesca e lua crescente – regular para pesca.

Métodos !!!


Pesca recreativa - Arandu-SP-Brasil

A forma mais simples da pesca é um indivíduo isolado com uma canoa ou uma rede de pesca. Não só como actividade recreativa - proporcionando um enorme comércio em muitos países desenvolvidos -, mas também como pesca de subsistência nos países menos desenvolvidos, esta forma de pesca continua a ser muito importante em todo o mundo.

Mas a forma mais usual de pescar é com o auxílio de embarcações, começando com a jangada de papiros do Egipto ou a piroga ou canoa de tronco escavado, ainda hoje a principal plataforma de pesca em muitos países menos desenvolvidos, passando pelos barcos à vela, até aos enormes barcos-fábrica responsáveis pela produção de atum e equipados com a mais moderna tecnologia, desde helicópterospara a detecção dos cardumes, até receptores de informação de satélites, que lhes indicam a posição exacta, a temperatura da água do mar, etc.


Pesca de linha


Pesca à linha na ilha Anticosti, Canadá.

A pesca com linha e anzol, parecendo simples, continua a ser uma das principais formas de capturar peixe. Pelo fato do material ser de fácil aquisição, é o principal método de pesca desubsistência em rios, lagos ou junto à costa. No entanto, várias pescarias industrializadas usam este método, quer com a chamada linha-de-mão, em que cada pescador segura na mão uma linha na extremidade da qual se colocam várias linhas secundárias cada uma com o seu anzol, até aos palangres de vários quilómetros de comprimento com que se pescam os atuns de profundidade. Ainda muito praticado mas com menos adeptos é a Pesca com mosca ou Fly fishing em Inglês.

A pesca de anzol é ainda um esporte muito praticado no mundo. Veja um exemplo de pesca esportiva no Brasil, observe que na pesca esportiva o pescador tem que tomar muito cuidado para não machucar o exemplar tornando-o incapacitado de sobreviver, portanto deve-se retirar as fisgas dos anzóis para evitar que o peixe fique machucado seriamente.


Pesca de emalhe

Outra forma de pescar relativamente simples é a rede de emalhar - na sua forma mais simples, um rectângulo de rede comflutuadores numa extremidade e pesos na oposta, que é lançada à água num local onde se saiba haver cardumes de peixe a nadar, os quais ficam "emalhados" ou seja presos nas malhas da rede, normalmente pelos espinhos ou opérculo. No entanto, este método tem muitas variantes, a mais perigosa das quais - para a fauna marinha e para a própria navegação - é a rede-derivante, que também pode ter vários quilómetros de extensão e pode perder-se, continuando a matar peixes que depois não são aproveitados e até mamíferos marinhos; para além disso, estas redes são praticamente invisíveis e um navio que passe por uma destas redes perdidas pode ficar com a hélice imobilizada. Por estas razões, este método de pesca foi banido em vários países do mundo.


Pesca de cerco

Barco de pesca utilizado na pesca de cerco

Algumas variantes da rede de emalhar deram origem às redes de cerco: a rede é colocada em volta de um cardume e o cabo do fundo pode ser puxado até formar um saco onde todo o peixe fica aprisionado. Esta forma de pescar é utilizada tanto em nível artesanal - na região norte de Moçambique estas redes são fechadas por 4-5 mergulhadores, em águas baixas - como em nível industrial, por exemplo, para algumas espécies de atum que formam cardumes à superfície do mar.


Pesca com armadilhas

As armadilhas de diversos tipos são também métodos de pesca muito populares desde tempos imemoriais. Na região Indo-Pacífica, quer dizer nas zonas tropicais e subtropicais dos oceanos Índico e Pacífico, os pescadores locais constroem gaiolasem forma de V com ripas de bambu ou de folhas de palmeira, colocam-nas perto derochas ou recifes de coral e conseguem capturar peixes de grande valor comercial. Em Portugal existe uma pesca tradicional paracefalópodes (principalmente polvo) com alcatruzes (que são recipientes de barro, normalmente presos em número variável a linhas suspensas na água) ou "covos" que são gaiolas fabricadas de arame ou fibras vegetais. Os "covos" são bastante utilizados na costa norte portuguesa (Matosinhos, Labruge, Vila Chã, Mindelo, Vila do Conde e outras). Estas artes de pesca, como se designam os instrumentos utilizados directamente na captura de peixe e outros animais aquáticos, pertencem ao grupo das chamadas artes passivas, uma vez que é o próprio animal que as procura, normalmente como refúgio, ficando nelas aprisionado.

Ao nível industrial, há pescarias que utilizam gaiolas, construídas em plástico ou rede segura numa armação metálica, que podem ser colocadas em grandes números e em qualquer profundidade, presas a um cabo. Estas gaiolas provocam um problema semelhante ao das redes de emalhar derivantes, pois podem perder-se e continuar a matar peixes ou outros organismos, sem nenhum benefício, nem para o homem, nem para os próprios recursos pesqueiros.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Nesta página tentaremos mostrar quase todos os peixes que se pode capturar nas praias de São Paulo e algumas dicas para que sua pescaria fique cada vez melhor...

Sentidos dos peixes

Linha Lateral

Um peixe pode ser cego e surdo que, mesmo assim, ele consegue sobreviver. Isto porque ele possui o que se chama linha lateral. São células sensoriais que aparecem ao longo de cada lado do corpo. Claramente visível ela é que dá ao peixe plena percepção de qualquer movimentação na água e a absoluta identificação de suas presas e inimigos. É um verdadeiro radar que orienta o peixe em tudo.

Visão

Algumas espécies conseguem distinguir cores tão bem quanto o ser humano, não acontecendo o mesmo quanto à forma e relevo das coisas. A isso se deve o sucesso das iscas artificiais. Como a mosca, por exemplo, o peixe não consegue distinguir a verdadeira daquela comprada ou confeccionada pelo próprio pescador. Quanto a percepção das cores, a medida que o peixe afunda ele perde a noção do vermelho; ao ir mais para o fundo a do amarelo e finalmente o azul mais ao fundo.

Ouvidos de Mercador

Apesar de possuir ouvidos, o peixe não houve muito bem. Ajuda-o neste caso a linha lateral. Outra coisa que ajuda é que o som caminha melhor dentro da água do que fora. A deficiência auditiva do peixe é ainda compensada pela captação de sons através dos ossos da cabeça. Por isso é bom evitar pancadas no fundo do bote, barco, batida de remos, devendo usar sapatos que não causem ruídos.

O Paladar

A maioria dos peixes pode definir o paladar em diferentes graus, embora algumas espécies possam saborear e identificar o alimento.

O apelo do Cheiro

O peixe é um "cheirador" excelente. Os salmões por exemplo, retornam milhares de quilômetros do mar guiados pelo cheiro que ficou na migração anterior, para desovar nos riacho e ribeirões onde reproduzem sua prole. Também é pelo cheiro que os peixes identificam seus predadores.

Tateando

A maioria das espécies tem um sentido de tato bem desenvolvido. Assim o peixe pode abocanhar uma isca artificial, por exemplo, de diferentes maneiras.

Algumas dicas para uma boa Pescaria de Praia

-Procure sempre iniciar a pescaria no momento da maré mais baixa;

-Praia boa para pesca tem que ter "vida" na areia, ou seja, à beira d'água deve haver algum tipo de molusco, como os "corruptos" , mariscos, tatuzinhos, camarão miúdo ou minhocas de praia;

-A melhor isca para a pescaria de praia é a que se encontra na própria praia;

-A linha para esse tipo de pesca deve ser fina ( 0.18 a 0.25 ) para que o movimento das ondas não afrouxe a tensão da linha após o lançamento; para tanto deve se fazer um "chicote" com uma linha mais grossa ( 0.30 ou 0.35 ) para permitir lançamentos seguros;

-Lembre-se de nunca afrouxar a linha até o peixe poder ser tirado da água senão...

Agora vamos falar de alguns peixes que se pode capturar no mar, tanto na praia quanto em costões e parcéis...

Bonito

Nome popular:Bonito

Habitat: Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul).

Técnicas de pesca: Equipamento de ação média, linhas de 0,35 a 0,45 libras e anzóis de nº 1/0-5/0. As iscas podem ser artificiais (de superfície ou meia água) ou naturais (peixes, vivos ou mortos).

Saiba mais: Peixe de escamas. Espécie oceânica, de superfície e migradoura. Forma grandes cardumes em alto-mar. Durante o verão, época de desova, pequenos cardumes se aproximam da costa. Alimenta-se de peixes, lulas e crustáceos. A carne não é muito apreciada e não tem valor comercial, mas pode ser encontrada esporadicamente em mercados de peixes. O grande consumidor é a indústria de enlatados. É importante na pesca esportiva oceânica, principalmente pela voracidade com que ataca vários tipos de iscas.

Melhor época: Durante todo o ano.

Tamanho mínimo: Liberado

Caranha

Nome Popular: Caranha

Habitat: habitante de mangues, canais, ilhas e locais com estruturas de pedra e cascalho. Alimenta-se de pequenos peixes, crustáceos e moluscos. Reage com fúria a qualquer situação de perigo ou ameaça.

Técnicas de pesca:Entra bem em iscas de fundo como rattlins, jigs, grubs e etc. Sua isca preferida são paratis vivas, iscadas em anzóis 10/0 encastoado com aço. A pesca da caranha é mais produtiva à noite, quando percorre distâncias maiores em busca de comida. Utilize tralha pesada, composta por vara para carretilha de 6'6" para linhas de 50 libras de resistência.

Dica: Tome cuidado com os fortes dentes caninos e espinhos da nadadeira dorsal. Não tente embarca-la se não mostrar sinais de exaustão completa. Chega facilmente aos 70 kg de peso e 1,50m de comprimento.

Miraguaia

Nome popular: Miraguaia

Habitat: Peixe encontrado nas águas costeiras do sul e sudeste do Brasil, principalmente no inverno. Alimenta-se de moluscos e crustáceos. Migram de acordo com as estações do ano no sentido norte-sul. São capturadas em pesca de costão no sudeste e nos molhes da costa gaúcha.

Técnicas de pesca: A tralha ideal consiste em varas de ação pesada, de 4,5m carretilhas pesadas e muitos metros de nylon 0,50mm. Chega aos 60 kg de peso sendo mais comum até os 35 kg. As iscas mais usadas são os mariscos, sarnambis caranguejos, siris e corruptos.

Dica: Coloque as iscas em grandes quantidades num anzol 7/0 encastoado.

Melhor época: Durante todo o ano.

Tamanho mínimo: Liberado

Dourado do Mar

Nome popular: Dourado do Mar

Habitat: Podem ser encontrados em mar aberto, desde Santa Catarina até o Amapá e raramente encostam no litoral. Freqüentam locais próximos a grandes objetos flutuantes, sendo que se alimentam de lulas e pequenos peixes.

Técnicas de pesca: É extremamente esportivo e procurado tanto pela pesca esportiva quanto pela profissional. Sua carne é extremamente saborosa. Deve-se utilizar uma vara de ação média/pesada, para linhas de 12 a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para 100m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis de 2/0 a 6/0. As melhores iscas são as naturais de sardinhas e lulas e as artificiais de plugs de meia água, lulas e colheres.

Dica: Ao capturar um exemplar, mantenha-o na água, segurando assim todo o cardume.

Melhor época: Durante todo o ano.

Tamanho mínimo: 50cm

Anchova

Nome popular: Anchova ou Enchova

Habitat: Está presente nos mares tropicais de todo o mundo. No Brasil, pode ser encontrada em toda a costa leste, ao redor das ilhas mais afastadas da costa.

Técnicas de pesca: Deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada, composto por uma vara para linhas de 10 a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade de 100m de linha de 0,40mm de diâmetro e iscas artificiais de meia água tamanho grande (aproximadamente 25cm). Procede-se arremessando-se em direção às pedras, deixando a isca cair na espuma formada pela arrebentação das ondas , recolhendo-se rapidamente como se fosse um pequeno peixe em fuga.

Dica: A anchova é um peixe que briga limpo, porém costuma dar grandes arrancadas que podem estourar a linha. Por isso regule a embreagem da carretilha para cansar o peixe.

Melhor época: É mais fácil de ser localizada nos meses de inverno.

Tamanho mínimo: 40cm

Badejo

Nome popular: Badejo

Habitat: Freqüentam regiões rochosas, de mar aberto, sempre próximo à costa. Existem em toda a costa leste brasileira , Amapá e Pará.

Técnicas de pesca: O equipamento deve ser de ação média/pesada, composto por uma vara para linhas de 15 a 50Lbs carretilha ou molinete com capacidade para 100m de linha de 0,50mm de diâmetro, com líder mais grosso

Para iscas naturais, deve-se utilizar: anzóis tamanho 5/0 a 10/0. As melhores iscas naturais são os pequenos peixes encontrados na região e

As iscas artificiais mais utilizadas são as de meia água: jigs, plugs, grubs e camarões.

Melhor época: Durante todo o ano.

Tamanho mínimo: 30cm

Cavala

Nome popular: Cavala

Habitat: Freqüentam regiões rochosas, de mar aberto, sempre próximo à costa. Existem em toda a costa leste brasileira e andam normalmente em grandes cardumes de indivíduos de tamanho semelhante.

Técnicas de pesca: O equipamento deve ser de ação média/pesada, composto por uma vara para linhas de 10 a 30Lbs carretilha ou molinete com capacidade para 100m de linha de 0,40mm de diâmetro.

Para iscas naturais, deve-se utilizar: anzóis tamanho 2/0 a 6/0, chumbo livre na linha para afundar a isca ou bóia para mantê-la em meia profundidade. As melhores iscas naturais são os pequenos peixes encontrados na região e pedaços de lula.

As iscas artificiais mais utilizadas são as de meia água de tamanho grande (20 a 25cm).

Dica: Deve-se utilizar um empate de aço, pois os dentes das Cavalas podem cortar facilmente a linha.

Melhor época: Durante todo o ano.

Tamanho mínimo: Liberado.

Tainha

Nome popular: Tainha

Habitat: Vivem próximas a costões rochosos, em praias de areia e manguezais, onde se alimenta basicamente de algas. Existem em toda a região litorânea do Brasil.

Técnicas de pesca: Muitos pescadores pensam que não se pode capturar tainhas no anzol, já que ela se alimenta quase que exclusivamente de algas. Porém, devido a grande quantidade de Tainhas existentes nos estuários brasileiros, pode-se dizer que hoje, a pesca da Tainha é sem dúvida, uma das mais esportivas. Deve-se utilizar equipamento de ação leve a média, composto por uma vara para linhas de 8 a 20Lbs, carretilhas ou molinetes que comportem aproximadamente 100m de linha de 0,30mm de diâmetro. Devido à boca da Tainha ser de tamanho reduzido, deve-se utilizar pequenos anzóis número 12 ou 14. O principal equipamento, nesta pescaria, é a bóia, fabricada especialmente para a pesca da Tainha. A melhor isca é o miolo de pão.

Dica: Em dias de sol forte , as Tainhas são facilmente encontradas nas sombras produzidas pelas árvores de mangue.

Melhor época: Nos meses de inverno, quando procura os estuários em grandes cardumes para se reproduzir.

Tamanho mínimo: Liberado.

Olho de Boi

Nome popular: Olho-de-boi

Habitat: Podem ser encontrados no litoral brasileiro desde Santa Catarina até o Amapá, porém a sua maior incidência se dá no Nordeste. Freqüentam regiões pedregosas, um pouco afastadas da costa, onde se alimentam de pequenos peixes. Normalmente andam em cardumes de exemplares de mesmo porte.

Técnicas de pesca: Deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada a pesada composto por varas para linhas de 12 a 30Lbs, carretilhas ou molinetes com capacidade para armazenar 100m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis tipo maruseigo tamanho 5/0 a 10/0. Pode-se utilizar tanto iscas artificiais de meia água e superfície, quanto naturais de sardinhas e outros pequenos peixes. Procede-se arremessando junto a parcéis e ilhas, locais freqüentados pelos pequenos peixes procurados pelo Olho-de-boi.

Dica: Ao capturar um exemplar, execute novos arremessos no mesmo local, já que este peixe costuma andar em cardumes.

Melhor época: Durante todo o ano, porém nos meses de inverno, a incidência é maior.

Tamanho mínimo: Liberado

Pargo
Nome popular:Pargo
É um peixe muito procurado pelo sabor de sua carne, que chega a ser exportada. Sua pele possui uma coloração rósea e é encontrado em locais de águas rasas até 200 metros de profundidade. Andam em cardumes o que facilita sua pesca por meio de anzóis médios para grandes. Os maiores exemplares devem chegar aos quatro ou cinco quilos. Estes só são encontrados longe da costa em águas mais profundas. Os menores são facilmente encontrados nas ilhas costeiras. Podem ser pescados com iscas de sardinhas, camarões e lulas. A pesca profissional desta espécie criou o termo "pargueira" que identifica o chicote que leva de 5 a 10 anzóis, todos em cima de parcéis a procura dos pargos.
Técnicas de pesca: Para a pesca de pargos, normalmente, precisa-se de barco. Para locais rasos e próximos da costa, não se precisa de um caniço muito pesado. Um modelo curto e médio, ou médio pesado, munido de carretilha ou molinete com linhas de espessura até 0,35 mm são mais do que suficientes. Um chicote com até 5 anzóis, modelo maruseigo número 14, iscados com lulas, camarões ou sardinhas já provam sua eficiência. A pesca não chega a ser das mais emocionantes em função do tipo de esforço que estes peixes oferecem.

Dica: Quando parte-se para uma pesca em locais profundos de até 100 metros ou mais de profundidade, em busca de parcéis ou fundos de cascalho, é necessário dispensar-se o caniço e partir-se para o uso de linhas de mão. Isto é necessário pela obrigação de se usar chumbos entre meio quilo e um quilo e meio para que os anzóis toquem o fundo. Nesta situação uma linha de mão de espessura 1,00 mm e luvas são obrigatórias. Como nestas profundidades os exemplares de pargos podem chegar aos cinco quilos, além de se poder pegar namorados e chernes, os anzóis podem ser do modelo maruseigo de número 28 ao 30. As iscas de, preferência, devem ser filés de sardinhas ou de lulas.

Melhor época: A época mais adequada para a pesca desta espécie é o inverno sendo que, mesmo com a água fria, ela se alimenta bem, principalmente de dia. É incidente em praticamente toda a costa brasileira.

Espada
Nome popular: Espada
Habitat: Existe em praticamente todo o litoral brasileiro, vivendo ao redor de ilhas dentro e fora de baías. Podem atingir até 2m de comprimento e 4Kg de peso.
Técnicas de pesca: Deve-se utilizar equipamento de ação média pesada, composto de vara para linhas de 10 a 20 Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para 100m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis tipo maruseigo de tamanho 4/0 a 6/0. Existem várias formas de se pescar o peixe espada já que ele vive tanto em locais fundos como rasos. Pode-se utilizar bóia, de preferência luminosa, pois costuma-se pescar à noite. Para se pescar com iscas naturais, deve-se utilizar pequenos peixes como a sardinha , por exemplo. As iscas artificiais de meia água também são eficientes, tanto na modalidade de corrico como na de arremesso.
Dica: Preste atenção ao recolher a isca , pois este peixe gosta de persegui-la, podendo ataca-la até minutos antes do pescador terminar o recolhimento.
Melhor época: Durante todo o ano, oscilando um pouco de acordo com as alterações climáticas.
Tamanho mínimo: Liberado

Xaréu
Nome popular: Xaréu
Habitat: Podem ser encontrados em todo o litoral brasileiro. Freqüentam locais com fundo duro, de pedra ou areia, próximos a ilhas e costões, onde procuram por pequenos peixes para se alimentar. Grandes exemplares são encontrados em mar aberto, sendo que os pequenos podem ser capturados dentro de baías.
Técnicas de pesca: Deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada, composto por uma vara para linhas de 10 a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para armazenar 100m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis tipo maruseigo com tamanho variando entre 2/0 e 6/0. O uso de chumbada, deverá ocorrer dependendo da correnteza. Estes peixes costumam ficar à meia água, a aproximadamente 1,0 a 1,5m do fundo.
Dica: Grandes exemplares podem ser capturados, por isso mantenha sempre a embreagem de seu equipamento bem regulada, já que este peixe briga limpo, promovendo grandes arrancadas. Dica: Grandes exemplares podem ser capturados, por isso mantenha sempre a embreagem de seu equipamento bem regulada, já que este peixe briga limpo, promovendo grandes arrancadas.
Melhor época: Durante todo o ano, desde que a água esteja limpa.
Tamanho mínimo: Liberado

Marimbá
Nome popular: Marimbá
Habitat: O marimbá é um peixe muito comum em fundos rochosos e em praias onde proliferam mariscos e tatuís. Muito procurado pelos pescadores de costão, o marimbá também é muito apreciado pelos que pescam embarcados em cima de lajes e formações rochosas. Ocorre em quase todo o litoral e dificilmente passa de um quilo e meio. Sua disputa quando ferrado, entretanto, alegra qualquer pescador. O marimbá possui o formato arredondado, tipo um relógio, de cor prateada com uma pinta característica negra próximo à cauda. Tem uma boca miúda e dotada de dentes fortes que o auxiliam no trabalho de depreender mariscos das pedras. Quando pequenos, circulam pelas espumas da arrebentação das praias, em pedras e molhes (arrecifes) localizados em águas abrigadas. Quando adultos, são encontrados ainda em praias mais rasas e com incidência de algas, mariscos e tatuís, sua alimentação predileta. Além destes alimentos, os marimbás comem camarões e pequenos peixes
Técnicas de pesca: Na modalidade de praia, evitaremos comentar a respeito de caniços e linhas pois consideramos sempre mais adequado que o pescador de praia procure se habituar com o uso de caniços de grafite ou carbono entre 2,75 e 3,90 m, munidos de molinetes e/ou carretilhas e linhas entre 0,20 mm e 0,30 mm (sempre com o líder na frente). Em função disto, cada peixe pode requerer mudanças sobretudo no tamanho do anzol. Este é o caso do marimbá. Por ter boca miúda, aconselhamos o anzol modelo maruseigo número 10 para os exemplares de médio para grande porte. Para os pequenos, anzol modelo akita número 9.

Na modalidade embarcada, os anzóis podem ser os mesmos sendo que eles devem trabalhar sempre no fundo próximo às pedras. De costão, aconselhamos, mais uma vez, o sistema de um único anzol com chumbo oliva solto na linha. As iscas mais eficientes, como já dissemos, são os tatuís, os mariscos, o camarão e a sardinha em filés. Os marimbás raramente cairão em iscas artificiais e muito menos comerão na meia água.
Dica: Os marimbás, por terem a boca pequena, são eméritos ladrões de isca por isso as ferradas nem sempre são bem sucedidas. Colocar bem a isca no anzol é fundamental.
Melhor época: Durante todo o ano.
Tamanho mínimo: Liberado

Corvina
Nome popular: Corvina
Habitat: Podem ser encontradas em toda a faixa litorânea brasileira, bem como na costa oeste paranaense, onde a Pescada Piauí foi introduzida e é chamada de Corvina. Vivem em locais com fundo arenoso, normalmente em cardumes não muito numerosos.

Técnicas de pesca:

1- Caso se queira pescar Corvinas de praia, deve-se utilizar varas com comprimento variando entre 2,10m e 4,20m, molinete ou carretilha com capacidade de armazenamento de 150m de linha de 0,25mm a 0,30mm de diâmetro, com um chicote de 0,40mm para dois anzóis tipo 4330 tamanho 2/0 a 3/0, chumbadas tipo pirâmide cujo peso deve variar com a distância do arremesso e correnteza da maré.

Para a pesca de praia, os melhores locais são os alagamares e canais de praia, sendo as melhores iscas os camarões, sardinhas, manjubas e corruptos, preferencialmente vivos.

2- Para se pescar embarcado, deve-se utilizar equipamento de ação média, composto por uma vara para linhas de 8 a 17Lbs, molinete ou carretilha com capacidade para armazenar 100m de linha de 0,30mm de diâmetro e anzóis de tamanho 1/0 a 4/0. A chumbada deve correr na linha. Em regiões litorâneas deve-se utilizar as mesmas iscas da pesca de praia, porém na costa oeste do Paraná as melhores iscas são o lambari vivo e o camarão de água doce.

Dica: Na pesca embarcada, o silêncio é fundamental. Na pesca de praia, deve-se arremessar no canal, que é facilmente localizado pela arrebentação das ondas. O início da arrebentação marca o final do canal

Melhores épocas: Meses de outubro, novembro e dezembro.

Tamanho mínimo: 25cm

Betara
Nome popular: Betara
Habitat: São encontradas em canais de praias rasas de fundo arenoso, onde procuram pequenos animais que se expõe pela ação das ondas. Existem em toda a faixa litorânea brasileira.
Técnicas de pesca: São pescadas na modalidade de pesca de praia. Deve-se utilizar varas com comprimento variando entre 2,10m e 4,20m, molinete ou carretilha com capacidade de armazenamento de 150m de linha de 0,25mm a 0,30mm de diâmetro, com um chicote de 0,40mm para dois anzóis tipo maruseigo tamanho 12 a 16, chumbadas tipo pirâmide cujo peso deve variar com a distância do arremesso e correnteza da maré.Para a pesca de praia, os melhores locais são os canais de praia, sendo as melhores iscas os camarões, os mariscos e os corruptos, que podem estar vivos ou mortos.A melhor maré é a de enchente.
Dica: Como a Betara é um peixe que tem a boca voltada para baixo, deve-se fazer com que os anzóis fiquem o mais próximo possível do fundo, utilizando-se chicotes longos.
Melhor época: Durante todo o ano.
Tamanho mínimo: Liberado

Pampo

Nome popular: Pampo
Habitat: Podem ser encontrados em todo o litoral brasileiro sendo que se subdivide em cinco espécies. Freqüentam locais próximos à formações rochosas e praias na região em que as ondas estouram.

Técnicas de pesca:

1- Embarcada: Deve-se utilizar equipamento de ação média, composto por uma vara para linhas com resistência de 10 a 20Lbs, um molinete ou carretilha com capacidade para 100m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis de haste curta e tamanho 4/0. O chumbo deve ter seu peso variando de acordo com a correnteza e deve correr pela linha.

2- De praia: Deve-se utilizar um equipamento composto por uma vara de 3 a 4,2m de comprimento, um molinete ou carretilha com capacidade para armazenar 150m de linha com 0,25mm de diâmetro e anzóis com haste curta de tamanho 2/0 ou 3/0. A chumbada deve variar com a correnteza e distância do arremesso.

Tanto para a pesca de praia quanto para a pesca embarcada, deve-se utilizar como isca, a que mais fácil for encontrada na região (camarões , peixinhos, etc.), já que é a que o peixe está acostumado a comer sendo portanto a mais eficiente.

Dica: O formato arredondado do corpo, faz com que este peixe tenha muita força, promovendo grandes corridas quando fisgado. Equipamento regulado e perícia durante a briga, são as vantagens dos bons pescadores.

Melhor época: Nos meses mais quentes do ano: novembro, dezembro, janeiro e fevereiro.

Tamanho mínimo: Liberado

Robalo
Nome popular: Robalo Flecha e Peva
Habitat: Vive nas águas salgadas e salobras da costa leste brasileira, desde a divisa do estado de Santa Catarina e Rio Grande do Sul até o estado do Maranhão. Freqüenta ilhas, rios e canais, onde procura suas presas próximo a estruturas de paus, pedras, etc .
Técnicas de pesca: Para se pescar Robalo embarcado, o ideal é se utilizar equipamento de ação média, composto por uma vara com resistência de 8 a 20Lbs, linha com resistência de aproximadamente 14Lbs e carretilha ou molinete que tenha capacidade para 100m desta linha. Deve-se utilizar um pedaço (± 2,0m) de linha mais resistente próximo à isca, com o diâmetro por volta de 0,50mm pois, caso a estrutura em que os Robalos se encontram seja muito cortante, não haverá problema de esta linha mais grossa estourar. Para se pescar Robalos da praia, deve-se utilizar varas com comprimento variando entre 2,10m e 4,20m, molinete ou carretilha com capacidade de armazenamento de 150m de linha de 0,25mm a 0,30mm de diâmetro, com um chicote de 0,40mm para dois anzóis tipo Suzuki tamanho 16 a 18, chumbadas tipo pirâmide cujo peso deve variar com a distância do arremesso e correnteza da maré.Para a pesca de praia, os melhores locais são os alagamares e canais de praia, sendo as melhores iscas os camarões, sardinhas, manjubas e corruptos, preferencialmente vivos.Para se pescar embarcado, pode-se utilizar duas formas:

a) Com iscas naturais: Pode-se utilizar bóia ou não, sendo necessário se testar as duas possibilidades até que se obtenha sucesso, pois as variáveis climáticas fazem com que o comportamento do Robalo seja imprevisível.

As iscas naturais mais utilizadas para a pesca do Robalo são o camarão, sardinha, manjuba e amborê, sendo que preferencialmente, estas iscas devem estar vivas, pois o movimento é o principal atrativo ao Robalo. Procede-se arremessando junto às galhadas e pedras existentes em rios, canais e baías que deságuam no mar, pois os Robalos sempre procuram estruturas como paus e pedras para procurar alimento. Quanto mais preciso o arremesso, maior a chance de captura.

b) Com iscas artificiais: Considerada uma das mais emocionantes modalidades de pesca, a pesca com iscas artificiais tem particularidades que só com a prática podem ser descobertas, porém algumas podem ser logo observadas, são elas:

- Movimentação da isca: A isca artificial deve estar sempre em movimento, assemelhando-se à um pequeno peixe nadando.

- Movimentação do pescador: Na pesca com iscas artificiais, o pescador deve procurar o peixe até que possa capturar vários em um mesmo local, por isso é imprescindível que se use um motor elétrico.

- Precisão de arremesso: Mais importante do que em qualquer outra modalidade de pesca, a precisão de arremesso é crucial para o sucesso da pescaria de Robalos.

Marés: As melhores marés para se pescar Robalos ocorrem nas luas crescente e minguante, sendo esta , talvez, a variante que mais influi no comportamento dos peixes de água salgada. Na pesca embarcada, cada pesqueiro é mais produtivo em uma determinada maré , por isso o amigo pescador deve estudar cada local de pesca para que com o tempo possa avaliar as melhores horas para se pescar. Na pesca de praia, a melhor maré é a de enchente.

Dica: Marque as marés de cada pesqueiro, pois provavelmente os Robalos lá estarão quando a maré se repetir
Melhor época: O Robalo pode ser pescado durante o ano todo, sendo que sua maior atividade ocorre em épocas de estiagem.
Tamanho mínimo: 50cm